Em “Banho de Sol”, agente da Polícia Federal reúne registros dos 580 dias de prisão de Lula e apresenta a perspectiva de quem acompanhou o...
Em “Banho de Sol”, agente da Polícia Federal reúne registros dos 580 dias de prisão de Lula e apresenta a perspectiva de quem acompanhou os bastidores de um período marcante da política brasileira

Há pessoas que acompanham acontecimentos históricos longe dos holofotes. O agente da Polícia Federal Jorge Chastalo Filho é uma delas. Durante os 580 dias em que Luiz Inácio Lula da Silva permaneceu preso em Curitiba, esteve próximo de uma rotina que concentrava a atenção do país. Essa experiência deu origem ao livro Banho de Sol: os 580 dias da prisão de Lula.
As anotações que sustentam a obra começaram antes mesmo da chegada de Lula à carceragem. Ao registrar os acontecimentos, Chastalo reuniu o material que, posteriormente, serviria de base para seu relato sobre aquele período.
Conhecido pela discrição e pela seriedade no exercício da profissão, o policial ocupou funções de responsabilidade ao longo da carreira. Foi chefe do Núcleo de Operações em Curitiba e, posteriormente, atuou como representante da Polícia Federal em Lima, no Peru.
Com a publicação, Chastalo acrescenta à sua trajetória o papel de autor. O livro transforma registros e lembranças em um testemunho sobre a prisão de Lula, a partir da experiência de quem acompanhou os acontecimentos nos bastidores da instituição.
Para Andressa Silveira, a maneira como ele conduziu esse trabalho reflete características presentes em sua trajetória profissional.
“Para quem conhece Jorge, o cuidado com este livro não surpreende. A seriedade, a discrição e o senso de responsabilidade que sempre marcaram sua atuação também estão presentes na forma como ele registra e compartilha essa experiência”, afirma.
Há pessoas que acompanham acontecimentos históricos longe dos holofotes. O agente da Polícia Federal Jorge Chastalo Filho é uma delas. Durante os 580 dias em que Luiz Inácio Lula da Silva permaneceu preso em Curitiba, esteve próximo de uma rotina que concentrava a atenção do país. Essa experiência deu origem ao livro Banho de Sol: os 580 dias da prisão de Lula.
As anotações que sustentam a obra começaram antes mesmo da chegada de Lula à carceragem. Ao registrar os acontecimentos, Chastalo reuniu o material que, posteriormente, serviria de base para seu relato sobre aquele período.
Conhecido pela discrição e pela seriedade no exercício da profissão, o policial ocupou funções de responsabilidade ao longo da carreira. Foi chefe do Núcleo de Operações em Curitiba e, posteriormente, atuou como representante da Polícia Federal em Lima, no Peru.
Com a publicação, Chastalo acrescenta à sua trajetória o papel de autor. O livro transforma registros e lembranças em um testemunho sobre a prisão de Lula, a partir da experiência de quem acompanhou os acontecimentos nos bastidores da instituição.
Para Andressa Silveira, a maneira como ele conduziu esse trabalho reflete características presentes em sua trajetória profissional.
“Para quem conhece Jorge, o cuidado com este livro não surpreende. A seriedade, a discrição e o senso de responsabilidade que sempre marcaram sua atuação também estão presentes na forma como ele registra e compartilha essa experiência”, afirma.
Fotos: Renato Oliveira.
Ao reunir suas anotações em Banho de Sol, Jorge Chastalo oferece ao leitor uma perspectiva sobre um episódio da história recente do Brasil: a de um policial que esteve nos bastidores e decidiu registrar o que testemunhou.
Ao reunir suas anotações em Banho de Sol, Jorge Chastalo oferece ao leitor uma perspectiva sobre um episódio da história recente do Brasil: a de um policial que esteve nos bastidores e decidiu registrar o que testemunhou.
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