quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Bolsa futura já qualificou meio milhão de pessoas

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Programa de qualificação profissional superou meta traçada pelo governador Marconi Perillo e mais de 500 mil pessoas saíram dos cursos prontas para o mercado de trabalho; 200 mil vagas do Bolsa Futuro foram ocupadas por beneficiários dos programas Bolsa Família e Renda Cidadã, bem como filhos de famílias de menor poder aquisitivo; além dos cursos gratuitos, os alunos recebem repasse mensal de R$ 75 durante os estudos; Rede Estadual de Educação Profissional atualmente é formada por 14 Institutos Tecnológicos (Itegos), grandes estruturas regionais voltadas para o ensino técnico e profissional, inclusive superior

O Governo de Goiás superou a meta de qualificar 500 mil goianos para o trabalho e também estruturou uma moderna Rede de Educação Profissional, garantindo que o Estado tenha níveis avançados de crescimento. Ao mesmo tempo, Goiás é referência nas políticas de inovação tecnológica. O balanço é do secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação (Sectec), Mauro Faiad.

Os números reafirmam a posição alcançada pelo Bolsa Futuro como o maior programa estadual de qualificação profissional do Brasil. O governador Marconi Perillo fez questão de comemorar a conquista durante solenidade realizada no mês de outubro, oportunidade em que agradeceu aos dirigentes e servidores engajados no projeto. “Superamos a meta com três meses de antecedência. Tenho muito orgulho dessa equipe que montamos na Sectec”, disse Marconi.

De acordo com o secretário Mauro Faiad, “além de promover a ascensão social, o Bolsa Futuro garante mão de obra necessária para que Goiás continue a crescer acima da média nacional”. A Rede Estadual de Educação Profissional atualmente é formada por 14 Institutos Tecnológicos (Itegos), grandes estruturas regionais voltadas para o ensino técnico e profissional, inclusive superior. Outros cinco estão em construção. Vinculados aos Itegos estão 123 Colégios Tecnológicos (Cotecs), presentes em 95 municípios.

Os cinco Itegos em construção estão nas cidades de Goiânia (Região Noroeste), Aparecida de Goiânia, Santo Antônio do Descoberto, Mineiros e Valparaíso. Cada um desses investimentos tem custo estimado em R$ 9 milhões. As unidades são compostas por 12 salas de aula, seis laboratórios básicos, auditório, biblioteca, teatro de arena, refeitório, área de vivência, quadra poliesportiva completa e dois grandes laboratórios especiais. Além disso, quatro Itegos estão em reforma e ampliação nos municípios de Niquelândia (R$ 1,5 milhão), Planaltina de Goiás (R$ 2,5 milhões), Piracanjuba (R$ 600 mil), Catalão (R$ 1,1 milhão).

Mauro Faiad lembra que 200 mil vagas do Bolsa Futuro foram ocupadas por beneficiários dos programas Bolsa Família e Renda Cidadã, bem como filhos de famílias de menor poder aquisitivo (renda per capita de até R$ 140 por mês). Além dos cursos gratuitos, os alunos recebem repasse mensal de R$ 75 durante os estudos. Na primeira fase do curso, os alunos têm disciplinas comuns: informática, português e matemática. Depois, podem optar por dois entre 10 cursos de qualificação nos ramos industrial, agropecuário ou de serviços, sempre adequados às necessidades do mercado e com elevados índices de empregabilidade.

Os cursos oferecidos são: Técnicas de vendas; Secretariado e rotinas administrativas; Recepção de hotel e atendente de bar; Reprodução animal e produtividade de gado leiteiro; Técnicas agrícolas; Destilador de álcool; Cuidador de idosos e crianças; Porteiro e zelador; Eletricista e encanador; e Operador de caldeiras. A carga horária varia de 164 horas a 264 horas. Outras 300 mil vagas do programa foram destinadas a todos os goianos, independentemente do nível de renda. Nesse caso, não há o repasse financeiro de R$ 75, mas os cursos são totalmente gratuitos. No total, 80 cursos são ofertados para atender demandas de todos os setores produtivos. Dependendo da opção, a carga horária pode chegar a 1.300 horas/aula.

Para o ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Clélio Campolina Diniz, Goiás passa por uma rápida e profunda transformação. Sobre os programas de capacitação e inovação implantados pelo governo estadual, disse que “esse esforço do Estado é extremamente positivo ao qualificar recursos humanos para atender a demanda de uma economia crescente”. O ex-reitor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) disse ainda que Goiás “tem uma dinâmica econômica muito forte”. As avaliações foram feitas durante a abertura da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), em Pirenópolis, outubro passado.


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